ADPM recebe visita de Delegação do Município de Monapo
Em virtude do Protocolo de Cooperação entre a Associação de Defesa do Património de Mértola e o Município de Monapo, de Moçambique, a associação recebe a visita do Presidente de Câmara de Monapo – João Luís, Presidente da Assembleia – Bernardo Alfredo e do Técnico Paulo Fiscal.
Para além das visitas institucionais e técnicas aos vários parceiros locais, esta participação permite aos convidados conhecer e desenvolver novas ideias de projetos e melhor aprofundar as várias intervenções em prol da melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e do desenvolvimento das comunidades.A parceria de longa data entre as duas instituições tem permitido a implementação de projetos estruturantes no Município de Monapo, em Moçambique, onde atualmente a ADPM continua a intervir na promoção da saúde, educação e sustentabilidade. A presença desta equipa estende-se até ao próximo dia 14 de outubro, dia em que se realizará um grande encontro com todos os técnicos da ADPM para discussão e apresentação de ideias de novos projetos a desenvolver no âmbito desta calorosa parceria.
A ADPM está a desenvolver ações de cooperação no distrito de Monapo desde o ano de 2000. Nesta altura foi desenhada e iniciou-se uma estratégia de desenvolvimento para aquele território e foi definida uma linha orientadora que viria a “regular” toda essa ação. Na altura foi considerado que a educação e a saúde seriam fundamentais, ou mesmo os pilares principais para este processo de desenvolvimento. Elevar a educação, fomentar as práticas educativas, valorizar o conhecimento seria essencial para tornar uma população mais culta, mais participativa, mais consciente, com mais dinâmica e mais “garra” para vencer as dificuldades. Por outro lado, uma população mais cuidada, mais saudável teria outra motivação, até porque, uma população mais escolarizada seria uma população mais recetiva às orientações de prevenção e aos cuidados de saúde formais. Uma das condições impostas seria o envolvimento de todos os atores, quer sejam da sociedade civil quer sejam de instituições do estado (direções distritais e provinciais), pelo que estes têm-se constituído como uma forte base de apoio em toda a intervenção.











